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Luís Forjaz Trigueiro

Apresentação a 3 de setembro 

Luís Forjaz Trigueiros nasce em Lisboa em 1915. Inicia, desde muito novo, a atividade jornalística tendo então colaborado com diversos jornais e revistas literárias. Entre 1946 e 1953 é diretor do Diário Popular para o qual convidou a escrever autores como Vitorino Nemésio, David Mourão-Ferreira e Gilberto Freire. Começa por publicar ficção em 1936. Aborda grande variedade de temas, dando relevo ao estudo da cultura e da literatura brasileira, que conhece muito bem, e à crítica literária. Morre em Lisboa no ano de 2000, com 85 anos.

A obra escolhida para este protejo, intitulada Pensei que Braga estaria perdida, é parte da colecção Braga. Cidade Bimilenar e foi retirada da obra Campos Elísios: Páginas do Minho (1979).

Algumas Obras:

Caminho sem luz (1936); Capital do espírito (1939); Ainda Há Estrelas no céu (1942); Pátio das Comédias (1947); Perspectivas (1961); Ventos e marés (1967); Novas Perspectivas (1969); Monólogo em Éfeso (1972); O Carro do Feno (1974).

 

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